Black Friday não empolga e vendas ficam abaixo do esperado


A Black Friday, realizada na última sexta-feira,  dia 27, não atendeu às expectativas de vendas dos lojistas da capital. A informação, baseada em sondagem da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte  (CDL/BH), feita com 114 comerciantes no dia 30 de novembro, revela que para 36,1% dos entrevistados, o resultado final da ação ficou abaixo do esperado para as  vendas. Para 27,9% dos lojistas entrevistados, atendeu parcialmente e, para 23%, atendeu plenamente. Somente 8,2% afirmaram ter superado as expectativas. “Em comparação à Black Friday do ano passado, houve uma queda média ponderada de 13,8% nas vendas. O índice é significativo, mas previsível. Afinal, as atividades econômicas estão retomando sua rotina aos poucos”, pondera o presidente da CDL/ BH, Marcelo de Souza e Silva. 
 
Para 72,2% dos lojistas, a pandemia afetou diretamente as vendas na Black Friday. 63,9% acreditam que a redução do fluxo de pessoas nas ruas foi o que mais prejudicou. E, para 52,8% dos entrevistados o desemprego foi o vilão. O horário de funcionamento do comércio (19,4%) e o aumento dos preços dos produtos (36,1%) também aparecem na lista. “De forma geral, a pandemia e seus reflexos foram os grandes responsáveis  pelo desempenho abaixo do esperado. Sabemos que foram muitos meses de paralisação do setor e, dificilmente com somente uma ação, os lojistas iriam recuperar os prejuízos”, avalia o presidente da entidade. 
 
Força da internet
Os lojistas que realizaram vendas iguais ou melhores que o mesmo período do ano passado afirmaram que o uso das redes sociais foi fundamental. Atendimento qualificado e ofertas atraentes também foram alguns dos ingredientes. “Cada vez mais as lojas de rua estão expandindo sua presença na internet. Aqueles que criaram um diálogo mais próximo e eficiente com o cliente via redes sociais, conseguiram um melhor desempenho”, afirma Souza e Silva.  
 
Pagamento
Dentre as formas de pagamento mais usadas pelos consumidores nesta Black Friday, destaque para o pagamento à vista no cartão de crédito. Essa foi a escolha de 32,2% dos consumidores segundo os comerciantes. Já o cartão de débito ficou em segundo lugar, com 30,5%. 27,1% dos compradores optaram pelo parcelamento no cartão de crédito e 10,2% pagaram em dinheiro. 
 

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