Varejo da capital inicia 2019 com alta de 1,49% nas vendas


O varejo da capital iniciou 2019 apresentando um bom resultado. As vendas de janeiro, em comparação com o mesmo mês do ano anterior (Jan.19/Jan.18), tiveram crescimento de 1,49%. Essa alta é reflexo da recuperação gradual da economia e da desaceleração de alguns indicadores macroeconômicos, como da inflação que está abaixo do centro da meta de 4,5% (Últimos 12 meses - Fev.18/Jan.19 em 3,78% - IBGE), e da taxa de juros (Jan.19 em 6,5%/Jan.18 em 7% - Banco Central),  que juntos proporcionaram o aumento do consumo das famílias. “Com um cenário econômico um pouco melhor quando comparado aos últimos três anos, as vendas do comércio da capital estão, gradativamente, retornando o ritmo de crescimento”, comenta o presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH), Marcelo de Souza e Silva.

Nesta base de comparação (Jan.19/Jan.18) o segmento que apresentou o melhor desempenho foi o de Papelarias e Livrarias, com crescimento de 2,49% nas vendas. Os demais segmentos tiveram as seguintes altas: vestuários e calçados (+2,06%); supermercados (+1,98%); artigos diversos que incluem acessórios em couro, brinquedos, óticas, caça, pesca, material esportivo, material fotográfico, computadores e periféricos e artefatos de borracha (+1,88%); drogarias e cosméticos (+1,22%); móveis e eletrodomésticos (+0,57%) e material elétrico e construção (+0,31%). Já o segmento de veículos e peças apresentou queda de 1,04%.

 

Vendas apresentam leve aumento na variação mensal

 

Na variação mensal, o índice real de vendas também apresentou alta, com crescimento de 0,40% em relação ao mês anterior (Jan.19/Dez.18). “Essa elevação, apesar de pequena, é positiva, pois é sobre uma base muito forte de comparação, que é dezembro, quando temos o Natal”, explica Silva. As liquidações de inicio de ano e as vendas de materiais escolares também contribuíram para o resultado positivo.

Na comparação mensal (Jan.19/Dez.18), o setor de Papelaria e Livraria também foi o que apresentou o maior crescimento (+2,01%).  Os demais setores que também tiveram alta nas vendas foram: supermercados (+1,80%); artigos diversos (+1,44%); vestuários e calçados (+1,07%). E os que apresentaram queda são: móveis e eletrodomésticos (-1,45%); material elétrico e de construção (-0,74%); veículos e peças (-0,56%) e drogarias e cosméticos (-0,52%).

 

Desempenho do comércio nos últimos 12 meses também é positivo

 

Nos últimos 12 meses (Fev.18-Jan.19)/(Fev.17-Jan.18), o varejo apresentou crescimento de 2,51%. “Esse aumento das vendas ao longo do último ano demonstra o efeito positivo da melhora do ambiente macroeconômico e indica que o setor está conseguindo se recuperar”, esclarece o presidente da CDL/BH.

A maioria dos setores teve crescimento no acumulado do ano, apenas o segmento de veículos e peças apresentou queda de 1,04%. Os demais se comportaram da seguinte

 

maneira: papelarias e livrarias (+2,49%); vestuário e calçados (+2,06%); supermercados (+1,88%); artigos diversos (+1,88%); drogarias e cosméticos (+1,22%); móveis e eletrodomésticos (+0,57%) e material elétrico e construção (+0,31%).

 

Expectativa para 2019 é positiva

 

A economia do País vem apresentando sinais consistentes de retomada de crescimento desde 2017, e os setores de comércio e serviços já sentem os reflexos da melhora do cenário econômico. As famílias estão aumentando o consumo e as empresas retomando os investimentos. Para este ano, a estimativa da CDL/BH é que as vendas do varejo continuem registrando percentuais positivos, e que possa encerrar o ano com crescimento de 3,5%.

Para o presidente da CDL/BH, Marcelo de Souza e Silva, há claramente um otimismo do empresariado e dos consumidores, não só de Belo Horizonte, mas também de Minas e do Brasil. “Todos estão com boas expectativas em relação ao novo governo, que acabou de assumir. Mas para que esse otimismo se confirme, é fundamental que o governo lidere as reformas estruturais que o País não pode mais adiar, como a da previdência e a tributária, por exemplo”, assinala Silva.

O presidente da CDL/BH ainda observa que o governo precisa implementar um ajuste fiscal que ajude a reduzir sua dívida, criar uma agenda microeconômica para incentivar a produção interna, trabalhar para reduzir as taxas de juros para alavancar os investimentos produtivos, além de reduzir a inflação e gerar mais empregos.

 

 

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